Sexta-feira, Novembro 30, 2007

O volley foi espetacular.
Quer dizer, foi engraçadíssimo.
Fizemos uma enquete e o tempo mínimo que o povo estava sem jogar era 10 anos. Todos descordenados, lembrando como dar toque, manchete e cortar.

Mas a surpresa maior foi que chegamos na quadra e não tinha rede. Procuramos o guardinha, que disse q o cara que cuida da rede não tinha ido ao condomínio naquele dia.
Resolvemos ficar só na rodinha, TENTANTO jogar 5 cortes (ou é 5 corta?)

Começamos com Zé, Thaís, Vanessa e Luiz (e eu, lógico). Depois chegou o Dudu, que ficou puto por ter saído mais cedo do trabalho para jogar e não tinha rede, e mais tarde chegou meu maninho. O Anderson apareceu, mas ficou só na platéia, torcendo para mim... hahahahaha
Torcendo para eu levar as cortadas, isso sim!

Foi maravilhoso, e agora estamos organizando outra partida para amanhã, só que vamos chamar muito mais gente e eu vou comprar uma rede, para garantir nosso jogo!

Notícias sobre o jogão em breve.

Terça-feira, Novembro 20, 2007

Há algum tempo venho discutindo com o Luiz minha vontade de jogar volley aqui no condomínio. Ele se empolgou e a Vanessinha (esposa dele) tb. Convenci a Thaís e o Zé e assim vou formar um time legal para a gente jogar com freqüência.

Hoje fomos ao Via Parque comprar a bola. Nos empolgamos e compramos uma de basquete tb.

Amanhã será o primeiro jogo. Tomara que a gente consiga transformar essa brincadeira em hábito. Eu me sinto deslocada por não jogar tênis, aqui todo mundo só joga essa droga. Quero um volleyzinho, um basquete... para me divertir e socializar!!

São Pedro, segura os baldinhos de água amanhã, tá?

Quinta-feira, Novembro 15, 2007

Faz tempo que não venho aqui para escrever.
Havia decidido aposentar esse cantinho e começar um novo, mas aqui estão tantas lembranças, que achei melhor recomeçar daqui mesmo.

O que mudou nessa minha pausa?

Me formei em Publicidade, entrei em uma agência 1 mês depois, aprendi muito, um novo mundo se abriu para mim.

Quando eu já estava cansada daquilo, surgiu uma nova oportunidade, meu pai me chamou para ser sua sócia em uma nova empresa que está abrindo.

Aceitei. Me empolguei, só pensava nisso. Meu amigos acharam lindo, uma amiga empresária.

Fiz um seminário de mudança de comportamento do SEBRAE que mexeu muito comigo. Mexeu mesmo, física, emocional e comportamentalmente (essa palavra existe?).

Eles nos aconselharam a não beber no dia seguinte, mas estou quebrando a regra. Me deu uma vontade enorme de beber um vinho geladinho, ouvir meu CD empoieirado do Frente! e deixar a mente voar.

Sempre achei que escrevia bem, o que foi reforçado nas aulas de redação publicitária, nos projetos da faculdade e nesse blog. Por isso resolvi voltar e recomeçar.

Tantos pensamentos ficaram só na minha mente esses anos, esses meses, e eu não os escrevi. Agora se perderam com a constante intervenção da minha consciência.

Detalhe: acabei de escrever um texto maneríssimo no site que a Tati Bernardi indicou, para continuar um texto que ela começou. Que audácia a minha, continuar um texto dela, que é uma das que consegue escrever o que eu sinto. Deve ser o vinho. E o texto ficou demais. Me trouxe a lembrança de uma dia que foi muito marcante para mim. O dia em que eu achei que podia tudo e não tive nada. O dia em que eu tive uma das maiores decepções comigo mesma, por ter perdido tanto tempo. O texto ficou demais.

E agora, Fernanda? Que caminho seguir?

Eu sei o que quero, então só um caminho serve, ao contrário da Alice no País das Maravilhas.
Marquei a data do início, do fim e tudo o que eu tenho que fazer para que o resultado seja do jeito que quero. Aprendi que o nome disso é meta. E que eu sou maravilhosa em estabelecê-as, mas péssima em cumpri-las. Isso mudou.

E eu já sonho no que vai acontecer quando esse dia chegar, já tracei outras metas em função dessa e por incrível que pareça, já sinto um tiquinho da sensação boa que ela vai me trazer.

So, that's it. I'm back. Still Fernanda, but a different one.